sábado, setembro 23, 2006
Noite de Solidariedade “Mininos Di Rua”
Vários artistas unidos pela vontade comum de desenhar sorrisos de esperança no rosto dos mininos di rua, de Cabo Verde, vão cantar e levar uma mensagem de união e responsabilidade de todos, por todos.
O B´leza, catedral das noites africanas da capital, associa-se assim, ao Projecto Mininos Di Rua, e dá a sua contribuição para um mundo melhor.
No cartaz podemos contar com : Jon Luz, Filipa Pais, Calu Moreira, Aires Silva, Maria Alice, Boy Ge Mendes e Vaiss.
No mesmo dia, no espaço de exposições do B´leza, é inaugurada a exposição de fotografia e poesia “Sorrisos – Mininos di Rua”, cujas receitas reverterão para o projecto. Ficará aberta ao público, até o final do mês de Outubro.
Sorrisos
Exposição-Rosto de um projecto de ajuda humanitária, onde a fotografia se une à poesia, visando apoiar crianças de rua ou vindas de famílias carenciadas, em Cabo Verde.
Sorrisos espalhados num povo sem chuva, que vive com a sede nas mãos.
Crianças que aprendem com a fome dos dias, mas que brindam à vida com tantos sonhos de esperança.
A elas a nossa homenagem, e a nossa vontade de lhes dar caminho para um futuro sempre a sorrir.
A venda das fotografias reverte na sua totalidade para a Associação Mininos Di Rua.
Exposição Colectiva de:
Helena Paixão
Manuela Sá Carneiro
Nuno Sousa
Poemas de:
Elisabete Simões
Inauguração 28/09/2006 a partir das 23.30 H
Patente ao Público até final do mês de Outubro.
quarta-feira, setembro 06, 2006
quinta-feira, agosto 31, 2006
quarta-feira, agosto 30, 2006
quarta-feira, agosto 02, 2006
quarta-feira, julho 26, 2006
terça-feira, julho 18, 2006
Raiz di Polon, dia 20 no B Leza
Raiz di Polon
A Companhia de Dança Contemporânea Raiz di Polon foi fundada em 1991 por Mano Preto (José Emanuel Brandão), bailarino e coreógrafo, com três outros bailarinos, na cidade da Praia - Cabo Verde.
Três anos depois os Raiz di Polon tiveram o seu primeiro contacto com a dança contemporânea europeia, quando participaram no projecto e espectáculo Dançar Cabo Verde, de Clara Andermatt e Paulo Ribeiro, distinguido com o Prémio ACARTE. Tal experiência lançou um outro projecto, Dançar o que é nosso, em parceria com o Danças da Cidade (Alkântara), que ainda hoje perdura. Esse projecto foi e é a base de uma actividade pedagógica nunca esquecida ou subestimada pelos Raiz di Polon, e através da qual se formam novos dançarinos com base em originais conceitos e técnicas, aplicados tanto à dança tradicional cabo-verdiana como a quaisquer outras escolas e tendência da dança.
Em 1997 surgiu a primeira criação contemporânea dos Raiz di Polon, Até ao Fim, apresentada primeiro em Cabo Verde e depois em Portugal. Em Novembro de 1999 regressaram a Lisboa, ao Teatro Taborda, para estrear Pêtu, da autoria de Mano Preto, no âmbito do Festival Danças na Cidade. O Centro Cultural de Belém acolheu, depois, novas estreias dos Raiz di Polon, com CV Matrix 25, em 2000, e com Konquista, já em Junho de 2001.
Em 2002, novamente a convite do Danças na Cidade, as duas bailarinas dos Raiz di Polon, em colaboração com Margarida Mestre (coreógrafa portuguesa), criaram a peça Duas sem Três, subindo uma vez mais ao palco do CCB. Em Novembro de 2003 Duas sem Três ganhou o Prémio Especial do Júri nos 5os Encontros Coreográficos da África e do Oceano Índico.
Ruínas é a mais recente criação de Mano Preto, Director Artístico dos Raiz di Polon. Estreou em Setembro de 2003 no Festival Internacional de Teatro do Mindelo (Mindelact), em Cabo Verde. Em Dezembro de 2005 Ruínas ganhou a Medalha de Prata em Dança de Criação, nos 5 Jogos da Francofonia em Niamey, Níger.
Raiz di Polon já se apresentou em Cabo Verde, Portugal, Alemanha, Luxemburgo, Madagáscar, Holanda, Roménia, Croácia, Dinamarca, País de Gales, Bélgica, Senegal, Brasil, Cuba, Suiça, Mali, Estados Unidos da América, Reino Unido, Djibouti, Etiópia, Uganda, Moçambique, Zâmbia, Malawi, Zimbabué, Namíbia, Suazilândia, África do Sul, Ilhas Maurícias, Comoros, Ruanda, Burundi, Eritreia, Quénia, Níger e China.
A Companhia recebeu uma Condecoração de Mérito Cultural atribuída pelo Governo da República de Cabo Verde, bem como uma Medalha de Reconhecimento atribuída pela Câmara Municipal da Praia e é, ao lado de Cesária Évora, um imenso embaixador cultural, ao transportar sempre consigo valores da dança, da música, da língua, da literatura e da dramaturgia de Cabo Verde, que têm sido apreciados, elogiados e aplaudidos por público e críticos no Mundo inteiro.
sexta-feira, julho 14, 2006
quarta-feira, junho 28, 2006
segunda-feira, junho 26, 2006
terça-feira, junho 20, 2006
segunda-feira, maio 29, 2006
sexta-feira, abril 28, 2006
Vadú Ao Vivo no B.Leza

Nasceu na Praia em 1977, a capital de Cabo Verde na ilha de Santiago, a mais Africana das 10 ilhas do caloroso arquipélago.
Sobrinho de Zézé e Zeca Nha Reinalda, dois grandes nomes da cena musical de Santiago, tem nas veias o mesmo fervilhar de intuição e genuinidade inevitavelmente herdado.
Entre 1990 e 1993 estudou em Cuba durante 3 anos, bebeu da corrente musical cubana, rasgou novos horizontes e fertilizou a sua inspiração.
Depois da participação no projecto Ayan, VADÚ grava "Nha Raís", com a participação de reputados músicos de Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau e Brasil, o disco revela o seu talento natural como compositor e a sua voz única, que já sublinham o seu nome como séria referência na nova geração da música de Cabo Verde.
Debruçado nas suas raízes, com base nos ritmos populares e estilos do interior de Santiago – Batuco, Tabanka e o Funaná evidência as dificuldades da juventude vivida num ambiente urbano duro, um alerta para as prioridades sociais e culturais do país.
quinta-feira, março 30, 2006
segunda-feira, março 27, 2006
quarta-feira, março 15, 2006
segunda-feira, março 06, 2006
sexta-feira, março 03, 2006
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Reabertura
Como se sabe o B.Leza esteve na eminência de encerrar definitivamente as suas portas.
Aquando o abaixo-assinado de protesto, as inúmeras assinaturas com que todos vocês nos brindaram, na altura em que mais necessitamos, foram prova suficiente do vosso carinho por este nosso/vosso espaço. Do fundo do coração, mil vezes obrigado!
Vamos voltar a abrir as nossas portas... e queremos mais!... Queremos mais contacto com o nosso público e, sobretudo, queremos ir cada vez mais ao encontro daquilo que esperam de nós. Manifestem-se, sugiram, apresentem ideias... Queremos saber aquilo que gostariam de ter no nosso B.leza! Desde música, exposições, teatro, de tudo um pouco aconteceu neste espaço e queremos que volte a acontecer. Assim, de tudo o que já ouviu ou viu, daquilo que conhece ou gostaría de conhecer.
Proponha-nos o seu artista preferido, o seu tema eleito a ser debatido numa tertúlia, o artista que gostaría de ver e mais...
Obrigado uma vez mais...e contamos consigo já no próximo fim de semana de Carnaval!
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Comunicado Nº2
Na eventualidade de quererem fazer-me perguntas, sintam-se absolutamente à vontade. Terão sempre resposta.
Até lá e agradecidos pela vossa compreensão.
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Comunicado Nº1
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
ZÉ DA GUINÉ Dia 8 de Fev Uma "Noite Longa"

Hoje o Zé da Guiné precisa de nós.
Tudo aquilo que podermos fazer por ele não chegará para lhe agradecer o que nos deu a nós e à noite cosmopolita dos anos 80.
Dia 8 no B.Leza vamos juntar-nos e homenageá-lo.
Ficamos à sua espera a partir das 23.00H.
segunda-feira, janeiro 30, 2006
quinta-feira, janeiro 26, 2006
quarta-feira, janeiro 25, 2006
quinta-feira, janeiro 12, 2006
AIRES SILVA no B.LEZA dia 26 de Janeiro

Aires Silva, artista caboverdiano, alia às suas raízes musicais como o batuque, funáná ou mazurka, sons urbanos como o hip hop e o ragga.
"Recado pá Terra" é um projecto que demonstra de forma expressiva as suas preocupações e a sua forma de ver o mundo, traduzidos em poesia.
Música de fusão que, simultâneamente, apela ao reconhecimento da importância da tradição e à evolução da música no mundo.
pelas 00.00H





















